![]() |
No ano de 1967, através de Decreto nº 60, 731, a SEAV (Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário ) foi transferido para o Ministério da Educação e da Cultura com a denominação da Diretoria de Ensino Agrícola DEA- foi reformulada e implantada a metodologia do sistema escola-fazenda, que tinha por base o princípio: “Aprender a fazer e fazer para aprender”. Isso tudo graças a fértil idéia do engenheiro civil Carlos Pires de Sá.
Mas no período de 1963 a 1969 o curso de preparação técnica atravessava uma série de crises: poucos alunos, verbas reduzidas, professores e pessoal de apoio administrativo, na maioria sem vínculo empregatício. Sem sede própria ainda, o curso passou a funcionar em um prédio alugado pela prefeitura, localizado a rua C^nego José Viana (antiga Sucata Bezerra).
Rescindindo esse contrato de locação, transferiu-se para as casas residenciais, a rua Basílio Silva, local onde funcionou até conseguir suas próprias instalações no ano de 1970.
Em 1969, José Sarmento Júnior conhecido como Dr. Zezé, médico sousense, possuidor de um loteamento no bairro Jardim Sorrilândia demonstrando amor a sua terra natal, fez doação de uma área de 16.740m2, registrando no 1º cartório de imóveis de Sousa para que em 6 de fevereiro de 1969 fosse construída a “Escola de João Romão”, como era conhecida na época.
No mesmo ano a Diretoria do Ensino Agrícola DEA- elaborou p projeto de construção e foram iniciadas as obras em 1979. Na mesma data foi criado o “Departamento do Ensino Médio” DEM.
O agrônomo Wanderley de Prado Barreto; diretor do “DEM” liberou uma verba de 50.000 cruzeiros. O curso se transfere para a sua sede definitiva tendo como nome: “Escola de Economia Doméstica Rural de Sousa”. Estabelecido em 11 de outubro de 1963.
Subordinado ao “DEM”, e com uma clientela maior o colégio começou a oferecer novas opções e nesse sentido em 1970 fez convênio com o Programa Intensivo de Preparação de Mão-de-Obra PIPMO- e ofereceu cursos de 120:00, tais como: Enfermagem, Parteira e Datilografia. Para atender aos anseios da população, o colégio ofereceu nos anos de 1971 e 1972 os curso em horário noturno.
No mesmo ano de 1972 é implantado o quadro de professores, é aprimorado o ensino e a aprendizagem e é implantado uma nova habilitação a nível de segundo grau: “Técnico em Economia Doméstica”. No ano de 1973 o colégio realizou mais um convênio oferecendo pequenos cursos como: mecânica, eletricidade e outros.
Em 9 de julho de 1973 foi criada a Coordenação Nacional do Ensino Agrícola com a finalidade de oferecer assistência técnica e financeira de estabelecimentos com o ensino agrícola, e 14 de outubro de 1975, a Coordenação Nacional do Ensino Agrícola, passou a denominar-se Coordenação Nacional de Ensino Agropecuário COAGRI pela manutenção, melhoria e evolução do ensino profissionalizante agropecuário.
Sob a administração da COAGRI, no período de 1975 a 1986, o colégio recebeu benefícios como: treinamento e especialização do pessoal docente, conseqüentemente constatou-se a maior expansão do ensino profissional na região.
Em 13 de dezembro de 1978 o primeiro regulamento interno foi aprovado e em 4 de setembro de 1979 o colégio recebe o nome de ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SOUSA. A área de atuação da escola foi se ampliando; sua estrutura definida em regulamento interno em 24 de novembro de 1982 foi criado o curso de agricultura, sendo substituído em 1985 pelo curso de Agropecuária.
Com esses melhoramento a escola se destacou atendendo a uma maior clientela, em 21 de novembro de 1985 foi extinta a Coordenação de Ensino Agropecuário e criados alguns órgãos como: o SEGS Secretaria de Ensino de 2º Graus, SINETE Secretaria Nacional de Educação Tecnológica e SEMTEC Secretaria de Educação Média e Tecnológica, as quais as Escolas Agrotécnicas ficaram subordinadas durante algum tempo.
Ainda em 1986, a escola devolve ao DNOCS a área que mantinha em comodato no Perímetro Irrigado de São Gonçalo para a realização do Curso e Projeto de Horticultura e forma um novo contrato de cessão de uso de uma área de 128 ha, sendo 58 irrigáveis.
No ano de 1987 iniciou-se a construção do projeto escola-fazenda nessa área constando de aviários, suinoculturas blocos pedagógicos, o internato a fim de receber uma clientela maior, vinda de outras regiões e cidades, o refeitório para ser usado pelos internos, residências de funcionários, caixa d'água e outros. Também em 1987 foi implantado a Semana Tecnológica com a finalidade de enriquecer os conteúdos curriculares, além de ser uma ótima fonte de lazer e cultura. Em março de 1997 no primeiro semestre das aulas dois adquirido outra conquista, um laboratório amplo de informática sendo projetado em 1995 com a finalidade de capacitar alunos e funcionários na área de informática.
Em 20 de dezembro de 1999 foi inaugurado o Laboratório de Piscicultura com a orientação do engenheiro de pesca Celso Fernandes com a finalidade de reproduzir e engordar peixes para o abastecimento de todo o sertão.
| EAFSousa-PB - Rua Presidente Tancredo Neves, S/N, Jd Sorrilândia - Sousa - Paraíba - CEP: 58800.970 | Webmasters: Antonio Junior | Dickson |
Copyright © 2008 Escola Agrotécnica Federal de Sousa-PB. Todos os direitos reservados.